Cannibal Holocaust

Filmado na Amazônia, o filme conta a história de quatro documentaristas de tribos que embrenham-se na selva para filmar indígenas. Dois meses mais tarde, depois que o grupo não retorna, o famoso antropólogo Harold Monroe viaja em uma missão de resgate para encontrá-los. Ele consegue recuperar as latas de filme perdidas, que revelam o destino dos cineastas desaparecidos.

Depois de estrear na Itália, o filme foi apreendido por um magistrado local, e Ruggero Deodato foi preso por acusações de obscenidade. Mais tarde ele foi acusado de ter feito um filme snuff, devido aos rumores que afirmavam que certos atores foram realmente mortos. Apesar de Deodato ter sido posteriormente inocentado dessas acusações, o filme foi proibido na Itália, Reino Unido, Austrália e em vários outros países devido à sua representação gráfica de gore, violência sexual e a inclusão de seis mortes reais de animais. Muitos países já revogaram a proibição, mas o filme ainda é barrado em várias nações. Essa notoriedade, não obstante, fez com que alguns críticos vissem Cannibal Holocaust como um comentário social sobre a sociedade civilizada.

Não demorou muito e a suspeita ganhou o noticiário: após as primeiras exibições públicas de “Canibal holocausto”, em 1980, o cineasta em questão, Ruggero Deodato, foi convocado a se defender das acusações de crueldade com animais e assassinato em primeiro grau. Livrou-se das duas porque, durante a audiência, os atores da obra adentraram a corte italiana e, afinal, mostraram ao juiz que estavam, sim, vivos.

www.cannibalholocaust.net/

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